terça-feira, 16 de novembro de 2010

O Piloto-Mor


O Sr. Piloto-Mor só abre a boca para ralhar. De quando em quando, aquele vozeirão tremendo ecoa na Cantareira e cala-se tudo. Toda a gente tem medo desse homem seco e tisnado, autoritário e duro, de grandes barbas brancas revoltas. Ninguém se atreve a dirigir-lhe a palavra e todos os pescadores, quando ele passa como uma rajada, tiram os barretes da cabeça. Noutro dia estiveram alguns barcos em perigo. - O salva-vidas!... E o salva-vidas lá desceu pelo guindaste até ao rio, mas não apareceu ninguém para o tripular. - Então ninguém vai?... - perguntou o piloto-mor. Mas os homens em grupo, encolhidos, não responderam. - Então vocês têm alma para os deixarem morrer ali à nossa vista? Um mais atrevido disse, por fim: - Quem lá for, lá fica. O salva-vidas não se aguenta com este mar. E o vozeirão a sair das barbas brancas: - Pois então vou eu, com os diabos! Vou eu e fico lá. E vou sozinho se ninguém quiser ir comigo. Saltou dentro do barco - e com ele uma dúzia de homens.



Comentário


"Saltou dentro do barco e com ele uma dúzia de homens"

Então lá foram eles tentar salvar os barcos que estavam em perigo, mas o mar estava muito bravo. Eles estavam quaze a salvar o barco, mas ele já estava sem fé, porque já não viam a terra e estavam a ficar cada vez em mais perigo para eles continuarem. Eles foram sempre e acabaram por morrer.


quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Texto não literário

CONOTAÇÃO- O Jogador é um foguete na direcção das balizas.

Texto literário

DENOTAÇÃO- Ela deixou de me amar.

terça-feira, 29 de junho de 2010


Uma nódoa na pauta

O Abílio e o pai entraram no carro. De repente, o pai vira-se para o Abílio e diz-lhe;
- Pregaste-me cá um susto!...
- Porquê? – perguntou o Abílio.
- Porque pensie que ias tirar negativas. – respondeu o pai
- Achas?! Eu estudei para tirar possitiva. – respondeu o Abílio.
- Ainda bem!
Depois, o pai do Abílio disse à sua mulher que o Abílio tinha tirado possitiva. A mãe disse que ele merecia um presente.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O Carvoeiro a minha História

O Rei dirigiu-se para ele e perguntou-lhe:
- Ó senhor carvoeiro, estou perdido aqui no bosque. Você sabe o caminho para o palácio?
O carvoeiro, antes de lhe responder, estava a pensar num enigma para lhe perguntar. Pensava, pensava até que acabou por se lembrar de um enigma. Então o carvoeiro respondeu-lhe assim:
- Eu digo-te o caminho se tu acertares no enigma que eu te vou dizer e tens uma recompensa.
Então o Rei disse:
- Diz lá o enigma.
O carvoeiro então disse o enigma.
De que cor é o meu cavalo?
- É branco. – Respondeu o carvoeiro.
- O caminho está ao teu lado direito. – Respondeu o carvoeiro.
Estão, o rei lá foi pelo caminho adiante. Viu uma mulher bonita, que era a rainha que estava com um ministro a procura do rei.
Quando o encontrou abraçou-lhe com muita felizidade.

Instrução Primária


Amanhã abre com o sol
Estar contigo e a melhor coisa.

Sorrio quando venho ter contigo
Contigo quero estar
Orgulho-me quando estou contigo
Lembro-me sempre de ti
Amor para sempre